Bolhas Evaporantes da Nebulosa de Carina Créditos
e direitos autorais : ESA/Hubble, NASA
Explicação:
Não, elas não estão vivas - mas estão morrendo. As incomuns bolhas encontradas na Nebulosa de Carina, algumas das quais são vistas pairando acima, à direita, podem ser melhor descritas como em evaporação. Luz energética e ventos de estrelas próximas estão quebrando os grãos escuros de poeira que fazem as formas icônicas opacas. Ironicamente, as bolhas, também conhecidas como nuvens moleculares escuras, frequentemente criam em seus interiores as mesmas estrelas que depois as destroem. As montanhas espaciais flutuantes vistas acima pelo orbitante Telescópio Espacial Hubble abrangem alguns meses-luz. A própria Grande Nebulosa de Carina tem cerca de 30 anos-luz, está cerca de 7.500 anos-luz distante e pode ser vista com um pequeno telescópio na direção da constelação da Quilha (Carina).